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Os EUA têm mais de 580.000 portadores de visto H-1B.

 

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Visto H-1B
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O H-1B é destinado a determinadas ocupações especializadas e pode permitir que profissionais qualificados de diferentes países trabalhem nos Estados Unidos quando atendidos os requisitos do programa e da posição.

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Entenda o programa

O que é o visto H-1B?

É uma classificação de não imigrante utilizada por empregadores americanos para determinadas ocupações especializadas que exigem conhecimentos específicos e atendam aos requisitos legais aplicáveis.

🎓

Formação e qualificação

O cargo precisa atender aos requisitos de uma ocupação especializada. Formação acadêmica e qualificações profissionais podem ser fundamentais.

💼

Oferta de trabalho

O processo H-1B está ligado a uma posição e a um empregador nos Estados Unidos que cumpra os requisitos do programa.

🔎

Análise individual

Diploma sozinho não garante elegibilidade. Profissão, experiência, cargo, empresa e demais requisitos precisam ser considerados.

Áreas profissionais

Quais profissionais podem encontrar oportunidades?

O universo H-1B inclui diversas ocupações especializadas. Alguns exemplos:

Tecnologia
Engenharia
Medicina
Software
Dados & Sistemas
Finanças
Contabilidade
Arquitetura
Ciência
Educação
Pesquisa
Saúde
US$ 150 mil+ / ano

Existem registros de posições H-1B com remunerações superiores a US$ 150 mil, US$ 200 mil, US$ 300 mil e muito mais em determinadas profissões e níveis. Salário não é garantia de contratação e varia conforme cargo, empresa, localização e experiência.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o H-1B

O que é o visto H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O H-1B é uma classificação de não imigrante utilizada para determinados profissionais estrangeiros que irão trabalhar nos Estados Unidos em ocupações especializadas que atendam aos requisitos do programa.

Para que serve o H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O programa permite que determinados empregadores americanos contratem profissionais estrangeiros qualificados para posições que exigem conhecimentos especializados.

O H-1B é um visto de trabalho?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. Ele está relacionado à autorização para trabalhar nos Estados Unidos em uma posição e para um empregador dentro das condições autorizadas.

O H-1B é permanente?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. O H-1B é uma classificação temporária de não imigrante.

O H-1B pode levar a uma residência permanente?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Pode existir uma futura estratégia de imigração permanente, dependendo da situação do profissional e do empregador, mas o H-1B não garante automaticamente um Green Card.

Qualquer profissional estrangeiro pode solicitar H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. O profissional e a posição precisam atender aos requisitos aplicáveis ao programa.

Preciso estar nos Estados Unidos para conseguir um H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não necessariamente. Profissionais que estão fora dos Estados Unidos podem participar de processos H-1B quando houver um empregador e uma posição elegíveis.

Preciso ser cidadão de determinado país?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não existe uma nacionalidade única exigida para o H-1B. Profissionais de diversos países aparecem nos registros do programa.

Um profissional que mora na Europa pode buscar H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, desde que encontre uma oportunidade e cumpra os requisitos aplicáveis.

Um profissional da Ásia pode buscar H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. A origem do profissional, por si só, não impede que ele seja considerado.

O H-1B é exclusivo para brasileiros?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. O programa é internacional e profissionais de muitos países podem ser beneficiários.

Um profissional da Índia pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, desde que cumpra os requisitos aplicáveis e exista uma posição e um empregador adequados.

Um profissional da China pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional do Canadá pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional do México pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional das Filipinas pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional do Reino Unido pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional da Alemanha pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional da França pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Um profissional da América Latina pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. Profissionais latino-americanos podem ser considerados quando atendem aos requisitos do programa e da posição.

Quais países aparecem com maior frequência nos dados H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: A Índia e a China representam uma parcela muito significativa dos beneficiários, mas profissionais de muitos outros países também aparecem nos registros.

O país de nascimento determina a possibilidade de H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. A elegibilidade depende principalmente dos requisitos da posição, do profissional, do empregador e das regras aplicáveis.

Um profissional que nunca esteve nos EUA pode conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

É possível procurar emprego H-1B estando em outro país?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. A busca por oportunidades pode ser feita internacionalmente.

Uma agência localizada no Brasil pode atender profissionais de outros países?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. A localização física da agência não impede a prestação de serviços de assessoria a clientes internacionais, desde que a atuação seja realizada de acordo com as leis aplicáveis.

Preciso ter faculdade para conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Muitas posições H-1B exigem pelo menos um bacharelado ou equivalente relacionado à ocupação, mas a análise depende do cargo específico.

Meu diploma precisa ser americano?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não necessariamente.

Um diploma obtido fora dos EUA pode ser aceito?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Pode. A formação estrangeira pode precisar ser analisada para verificar sua equivalência e relação com a posição.

Tenho diploma brasileiro. Posso ser considerado?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, desde que a formação atenda aos critérios aplicáveis à posição.

Tenho diploma europeu. Posso ser considerado?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Tenho diploma asiático. Posso ser considerado?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Tenho diploma de outro país que não os EUA. Isso é um problema?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não necessariamente.

Experiência profissional pode ser considerada?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Em determinadas circunstâncias, experiência profissional pode participar da análise de equivalência ou qualificação.

Um mestrado pode ajudar?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Um mestrado pode ser relevante para a qualificação e, em determinadas circunstâncias, pode permitir enquadramento em uma categoria sujeita a limite específico para determinados graus obtidos nos EUA.

Um doutorado pode ajudar?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Pode fortalecer o perfil profissional para posições que exigem alto nível de especialização, dependendo da relação entre formação e cargo.

Posso usar duas formações diferentes?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, quando elas forem relevantes para demonstrar a qualificação necessária para a posição.

Preciso ter formação exatamente igual ao nome do cargo?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não necessariamente. A relação entre formação, conhecimentos especializados e requisitos da posição é importante.

Um curso técnico pode ser suficiente?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Depende da ocupação e dos requisitos aplicáveis. Muitas posições H-1B exigem formação universitária ou equivalente.

Certificações profissionais ajudam?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Podem ajudar a demonstrar qualificação, dependendo da profissão e dos requisitos da posição.

Minha experiência de trabalho pode substituir meu diploma?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Em determinadas situações, experiência pode ser considerada para equivalência, mas isso não significa que qualquer quantidade de experiência substitua automaticamente um diploma.

Quais profissões aparecem no H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Tecnologia, engenharia, medicina, ciência, finanças, contabilidade, arquitetura, educação e muitas outras áreas especializadas aparecem entre as ocupações do programa.

Profissionais de tecnologia podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Engenheiros podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, quando a posição e as qualificações atendem aos requisitos.

Médicos podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, embora profissões médicas possam envolver requisitos profissionais e de licenciamento adicionais.

Enfermeiros podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Algumas posições podem ser elegíveis, mas não basta o título profissional. É necessário analisar a posição específica e seus requisitos.

Contadores podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, determinadas posições de contabilidade podem se enquadrar.

Arquitetos podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, dependendo dos requisitos da posição.

Professores podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Determinadas posições de ensino podem ser elegíveis.

Cientistas podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Analistas de dados podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Podem existir posições elegíveis nessa área.

Programadores podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Determinadas posições de desenvolvimento e programação podem ser elegíveis, dependendo dos requisitos.

Profissionais de inteligência artificial podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, determinadas posições especializadas em IA podem se enquadrar.

Profissionais de cibersegurança podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, dependendo da posição e das qualificações.

Profissionais de finanças podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim.

Profissionais de marketing podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Algumas posições podem ser elegíveis, mas o cargo precisa satisfazer os requisitos de uma ocupação especializada.

Administradores podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Depende da posição. O título “administrador” sozinho não determina elegibilidade.

Gerentes podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Algumas posições gerenciais especializadas podem ser elegíveis.

Profissionais de pesquisa podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, especialmente em posições que exigem conhecimentos especializados.

Profissionais de saúde podem conseguir H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Algumas ocupações e posições de saúde podem ser elegíveis.

Como saber se minha profissão pode se enquadrar?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: A melhor maneira é analisar conjuntamente profissão, formação, experiência, requisitos do cargo e possível empregador.

Preciso de uma empresa americana?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Em geral, sim. O processo H-1B normalmente envolve um empregador ou peticionário americano.

Posso solicitar H-1B sozinho?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O processo normalmente depende de um empregador que apresente a petição apropriada.

O que significa sponsorship?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É o patrocínio do empregador para o processo de contratação H-1B.

Toda empresa americana pode contratar H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não se deve presumir isso. A empresa e a posição precisam atender aos requisitos aplicáveis.

Como encontrar empresas que contratam profissionais estrangeiros?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Uma estratégia é pesquisar empregadores e registros públicos relacionados a posições H-1B, além de vagas que indiquem sponsorship.

Uma empresa precisa comprovar a necessidade do profissional?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O empregador precisa cumprir os requisitos aplicáveis à posição e ao processo.

O empregador precisa apresentar uma LCA?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Para o processo H-1B sujeito às regras da LCA, o empregador precisa apresentar a Labor Condition Application ao Department of Labor.

O que é uma LCA?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É a Labor Condition Application, documento no qual o empregador assume determinadas obrigações relacionadas ao emprego H-1B.

O que é o salário requerido?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Em termos gerais, o empregador deve cumprir as regras salariais aplicáveis à ocupação, localização e posição, incluindo as obrigações relacionadas à LCA.

O empregador precisa oferecer benefícios?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: As regras do H-1B estabelecem obrigações específicas quanto às condições de trabalho e benefícios aplicáveis aos trabalhadores H-1B.

O H-1B oferece salários altos?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Algumas posições H-1B oferecem remunerações muito elevadas, especialmente em áreas como tecnologia, medicina, engenharia e posições altamente especializadas.

Existe um salário único para o H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. O salário varia conforme ocupação, localização, experiência, posição e empregador.

O salário depende da cidade?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. A localização do emprego pode influenciar o prevailing wage aplicável.

Nova York e Califórnia pagam mais?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Algumas posições nesses mercados apresentam salários elevados, mas não existe uma regra de que todo emprego nesses estados pagará mais.

Posso trabalhar em tempo parcial?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Existem posições H-1B de tempo parcial, desde que estruturadas e aprovadas de acordo com as regras aplicáveis.

Posso receber salário por hora?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. A remuneração pode ser estruturada por hora ou como salário anual, conforme as condições da posição.

O empregador pode pagar menos do que o salário exigido?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O empregador precisa cumprir as obrigações salariais aplicáveis ao H-1B.

O trabalhador H-1B possui direitos trabalhistas?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. Existem proteções relacionadas a salários, condições de trabalho, benefícios e outras obrigações do empregador.

O empregador pode cobrar do trabalhador determinadas despesas do processo?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Existem despesas que o empregador não pode transferir ao trabalhador, conforme as regras aplicáveis.

Posso comparar salários antes de procurar uma vaga?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. Essa é uma estratégia interessante para identificar posições e mercados que podem ser mais adequados ao seu perfil.

Qual é o primeiro passo?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O primeiro passo é identificar se existe uma combinação plausível entre perfil profissional, ocupação especializada, oportunidade de trabalho e empregador elegível.

Preciso primeiro encontrar uma vaga?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Em geral, o processo depende de uma posição e de um empregador que possa apresentar a petição.

O que é a petição H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É o processo apresentado pelo empregador à autoridade de imigração competente para solicitar a classificação H-1B do trabalhador.

O que é o Form I-129?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É o formulário utilizado por peticionários para determinadas classificações de trabalhadores não imigrantes, incluindo H-1B.

O que é USCIS?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É o U.S. Citizenship and Immigration Services, órgão responsável por várias etapas dos processos de imigração e benefícios migratórios nos Estados Unidos.

O que é o Department of Labor?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, que possui responsabilidades importantes no programa H-1B, incluindo a administração da LCA e regras trabalhistas.

O que é o prevailing wage?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É uma referência salarial para a ocupação e área de emprego utilizada nas regras do programa.

Existe limite anual para H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim, determinadas categorias estão sujeitas a limites numéricos anuais, enquanto determinadas posições e empregadores podem estar sujeitas a regras de isenção do limite.

Existe uma categoria adicional para determinados profissionais com mestrado?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Sim. Existe uma alocação adicional para determinados profissionais que possuem mestrado ou grau superior de instituição de ensino superior dos Estados Unidos, sujeita às regras aplicáveis.

Todo H-1B passa pelo mesmo limite?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. Existem categorias e empregadores que podem estar sujeitos a regras diferentes, incluindo determinadas posições classificadas como cap-exempt.

Quais documentos normalmente podem ser necessários?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Podem incluir passaporte, diplomas, históricos acadêmicos, cartas de experiência, currículo, informações profissionais e documentos relacionados à oferta de emprego. A documentação exata depende do caso.

Preciso traduzir meus documentos?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Documentos que não estejam em inglês podem exigir tradução conforme os requisitos do processo específico.

Preciso apresentar meu currículo?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: É altamente recomendável ter um currículo profissional atualizado para avaliação e busca de oportunidades.

Preciso comprovar minha experiência?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: A experiência pode precisar ser documentada quando for relevante para demonstrar qualificação.

Quanto tempo demora um processo H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: O prazo pode variar significativamente conforme o tipo de processo, etapa, empregador, disponibilidade e procedimentos aplicáveis.

Existe processamento acelerado?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Existem modalidades de processamento acelerado para determinadas petições elegíveis, mediante requisitos e taxas aplicáveis. Isso não significa aprovação automática.

O pagamento de uma taxa garante aprovação?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não.

Ter uma empresa interessada garante o H-1B?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. Ainda é necessário que o profissional, a posição, o empregador e o processo atendam aos requisitos aplicáveis.

Uma avaliação de perfil garante um visto?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Não. Uma avaliação inicial pode indicar que um perfil merece ser investigado, mas não garante emprego, sponsorship, aprovação de petição ou concessão de visto.

Como descobrir se meu perfil merece ser analisado?

Marcelo Toledo, especialista em vistos americanos com 36 anos de experiência responde: Esse é o ponto de partida. Você pode preencher nosso formulário de avaliação inicial gratuita e sem compromisso. Nossa equipe pode analisar sua formação, profissão, experiência, especialização, inglês, área de atuação e possíveis correspondências com oportunidades no mercado americano.

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Em 10 anos, EUA aumentam em 400% visto para brasileiros ultraqualificados

 

Leonardo Lellis

 

 

 

 

 

Em dez anos, os Estados Unidos aumentaram em mais de 400% a emissão de vistos a profissionais e pesquisadores brasileiros com conhecimentos excepcionais em suas áreas. Enquanto apenas 50 profissionais receberam os vistos EB1 ou EB2 em 2010, este número saltou para 281 em 2020, de acordo com números do Departamento de Estado americano.

 

Esses vistos são voltados para quem demonstra habilidades "extraordinárias" na ciência, negócios, educação e artes. Para se ter uma ideia, o candidato ao visto EB1, que não exige comprovação de trabalho, deve cumprir alguns requisitos como apresentar  premiações na área de atuação (como um Oscar) ou comprovar ter contribuições científicas originais. Já o EB2 exige a comprovação de emprego ao candidato, além de alto nível de formação acadêmica.

 

O aumento reforça o movimento de "fuga de cérebros" pela qual o Brasil vem passando nos últimos anos. O crescimento mais acelerado coincide com a expansão da comunidade brasileira no exterior. Segundo estimativas do Itamaraty, há 4,2 milhões de pessoas morando fora do país. Mas a crise econômica, escassez de boas oportunidades e a busca por melhor qualidade de vida têm levado muito gente a escolher o caminho do aeroporto.

 

Entre 2019 e 2020, o Brasil caiu da 63ª para a 70ª posição no quesito retenção de talentos em um ranking global de competitividade. Uma nota técnica do Instituto de Pesquisas Econômicas mostra que os gastos do governo Jair Bolsonaro em ciência e tecnologia somaram 17 bilhões de reais em 2020, um nível inferior ao observado em 2009 (19 bilhões em valores reais). 

 

O ambiente inóspito para pesquisa e a incapacidade de o mercado absorver mão de obra qualificada também alteram o perfil de que vai embora. É cada vez maior o número de famílias com integrantes com ao menos um diploma de ensino superior indo embora, sem qualquer intenção de voltar.

O médico Eduardo Rodrigues, 45, deixou para trás uma carreira consolidada na área de oftalmologia e uma clínica com quase 10 mil pacientes em Florianópolis. Segundo ele conta, foi a instabilidade econômica daqui que pesou na hora de pensar no futuro dos três filhos e decidir ir embora. "Sempre ouvi que o Brasil é o país do futuro, mas esse futuro não chega", diz.

 

Rodrigues entrou em contato com universidades americanas e recebeu ofertas de emprego de três instituições diferentes — ele já havia morado no país por períodos curtos, para cursos de especialização. Junto com a família, optou pelo Missouri, no meio-oeste americano, onde, desde 2019, dá aulas e atende pacientes na Universidade de Saint Louis. "Profissionalmente é um desafio, mas não é algo que eu precisava. Eu estava muito bem posicionado no Brasil", explica, que ainda colabora com a Unifesp com aulas à distância.

 

Os Estados Unidos abrigam a maior comunidade de brasileiros no exterior, com 1,7 milhão de pessoas atraídas por mais segurança, educação superior de qualidade e salários mais competitivos. Recentemente, o país reduziu de 1,8 milhão para 900 000 dólares o piso para atrair investidores estrangeiros que queiram o green card, o famoso visto de permanência.

 

Mas o êxodo de brasileiros mostra o surgimentos de novos destinos interessados em atrair profissionais que oferecem a excelência que faz falta aqui. 

 

Reportagem de VEJA mostra que países como Irlanda, Austrália, Portugal e até o vizinho Uruguai têm ganhado espaço nos planos de quem quer ir embora — o número de brasileiros nestes países cresceu consideravelmente desde 2018.

 

“É um problema de falta de perspectiva”, afirma Vanessa Cepellos, professora de Gestão de Pessoas da FGV. “O salário aqui acaba sendo mais baixo e o custo de vida muito alto. A conta não fecha e os profissionais acabam buscando outras oportunidades.”